Sob os vestígios do anoitecer, o quarto escurecia e eles continuavam se intimidando entre conversas e risadas. Ele recostado sobre a cama na parte enegrecida do quarto admirava-a sentada no sofá ainda sob a leve claridade que adentrava pela janela aberta. Por alguns minutos, ouvia-se somente o ruído do ventilador ligado em mais um dia típico de setembro, quente e abafado. Nesses instantes ela percebia seu olhar espreitando-a e para fugir, distraia-se com a colher recém-lambida de brigadeiro.
Vestida apenas de camisa regata e calcinha apoiava as pernas sobre a mesa de centro remexendo-a de um lado ao outro e, vez em quando, os pés tamborilavam no vidro da mesma. Ah, observá-la roçando as coxas uma na outra ou, às vezes, mantendo-as afastadas fazia-o sentir depravado. Para escapar censurava tais pensamentos e ria de si mesmo em silêncio.
Porém haviam passado parte da tarde naquele ritmo... Pouco se aproximaram e agora que o dia se recolhia e amenizava o calor, ele queria senti-la perto e cálida. A fim de vê-la ligou o abajur e ela bradou com um “finalmente!”. E ele gracejou “é para te ver melhor”. Ambos riram, enquanto ele se levantava, espreguiçava-se e caminhava a passos mansos em direção ao sofá. Quando ele se sentou na mesa em frente a ela, tocando-lhe suavemente a perna direita, ela apenas abaixou-a e manteve a outra amparada dando espaço para que ele se ajeitasse... E, assim, ele o fez. Com a própria mão delicadamente ajudou-a a colocar a perna derribada a posição a qual estava anteriormente prendendo-se entre suas pernas.
Eles se entreolhavam à medida que ele deslizava as mãos pelas panturrilhas e joelhos dela. Ela inclinou-se um momento para oferecê-lo um beijo, mas ele continuou imóvel levando o olhar às suas coxas. E ela, obviamente, deu um riso e perguntou “que foi, gosta delas é?”. Ele com ar misterioso entreabriu-as mais e começou beijá-la os joelhos, enquanto se mantinha acariciando as panturrilhas dela... Deste modo, foi percorrendo brandamente os lábios e as mãos sempre acima. Ela pôde notá-lo apaixonado, quase entregue a uma ode às suas pernas. O ritmo aumentava. Ele não se contentava apenas em beijá-las, discorria a língua, enquanto apertava com força a parte externa, para então iniciar pequenas sucções e mordiscas.
Nas primeiras vezes que ele o fez, ela soltou um gemido incontido e riu pedindo que ele parasse, mas ele tornou a cometê-lo de forma mais suave, ignorando-a. Reparando que ela relaxava sobre o sofá e oferecia-lhe mais, ele aproximou o rosto à buceta e deu-lhe um beijo na virilha e outro sobre a calcinha. Ela se tremelicou, afagou o cabelo dele e ele prolongou o ato roçando a mão por cima do tecido.
Ao interromper, admirou a pele clara dela sobre o efeito de seus chupões e mordidas, marcada e vermelha. Jocoso disse a ela, enquanto acariciava-a “desculpa, mas elas são tão gostosas e você passou a tarde inteira me instigando”. Em falsa desaprovação ela respondeu com um manhoso “poxa, vou ficar toda roxa, sabia?”. E ele replicou “uhum, mas agora vou ser bonzinho, prometo”.
Sobre o tecido do short ela sondava o volume, enquanto ele se tocava antes de colocá-lo para fora. Antes retirou a camisa e aos poucos revelou a cabeça do pau sobre o short e a cueca. E ela já umedecia os lábios cobiçando-o. Mas ao se desfazer do resto das vestes e mostrá-lo por inteiro a ela, ela quis apalpá-lo e ele negou. Ajoelhou-se, preencheu a própria mão com o pau e se estimulando passou a roçá-lo nas coxas dela... Sentir a cabeçorra molhada e o pau endurecendo explorando seu corpo, ou melhor, suas pernas dessa maneira também a excitava.
Ele puxou a calcinha dela arremessando-a no chão e vislumbrou a buceta rosada e úmida. Contudo, colocou-a de quatro e ela logo se apoiou no encosto do sofá, empinando o quadril. E mais uma vez, ele surpreendeu-a. Não a penetrou. Fechou as pernas dela e, enquanto, segurava o pau com uma mão e o resvalava desenhando o contorno da bunda dela, enquanto com a outra a apertava suas ancas. Ele prosseguiu encaixando o pau no vão entre as pernas dela e as pressionou, comendo-as por algumas estocadas. Até levá-lo à buceta e comê-la ali, de quatro como ele gostava. Ela se contorceu ao senti-lo entrando, mas prontamente elevou o quadril e recebeu-o rebolando, inclinando o tronco para frente e jogando a cabeça para trás cada vez que o sentia todo dentro de si.
Ora ele a comia brutamente cravando as mãos em sua bunda a fazendo gemer alto, ora o tirava e o esfregava em seu rego, mas a ouvia pedir “me come, vai, mete esse pau em mim”. Naquela posição, ele só conseguia proferir “sua cadela, você gosta dele né?”. Ela estava prestes a gozar quando ele a virou enfiou o pau e lhe tocou o grelo, fazendo-a gemer roucamente, prendendo-o em suas pernas, pedindo por mais e com um pouco mais se tremeu toda, se desvencilhando dele e se contorcendo pelo gozo.
Ele se punhetava olhando-a naquele estado e logo foi o próprio líquido quem a banhou. Mirando para as pernas dela, ele soltou um urro e a lambuzou.
Vestida apenas de camisa regata e calcinha apoiava as pernas sobre a mesa de centro remexendo-a de um lado ao outro e, vez em quando, os pés tamborilavam no vidro da mesma. Ah, observá-la roçando as coxas uma na outra ou, às vezes, mantendo-as afastadas fazia-o sentir depravado. Para escapar censurava tais pensamentos e ria de si mesmo em silêncio.
Porém haviam passado parte da tarde naquele ritmo... Pouco se aproximaram e agora que o dia se recolhia e amenizava o calor, ele queria senti-la perto e cálida. A fim de vê-la ligou o abajur e ela bradou com um “finalmente!”. E ele gracejou “é para te ver melhor”. Ambos riram, enquanto ele se levantava, espreguiçava-se e caminhava a passos mansos em direção ao sofá. Quando ele se sentou na mesa em frente a ela, tocando-lhe suavemente a perna direita, ela apenas abaixou-a e manteve a outra amparada dando espaço para que ele se ajeitasse... E, assim, ele o fez. Com a própria mão delicadamente ajudou-a a colocar a perna derribada a posição a qual estava anteriormente prendendo-se entre suas pernas.
Eles se entreolhavam à medida que ele deslizava as mãos pelas panturrilhas e joelhos dela. Ela inclinou-se um momento para oferecê-lo um beijo, mas ele continuou imóvel levando o olhar às suas coxas. E ela, obviamente, deu um riso e perguntou “que foi, gosta delas é?”. Ele com ar misterioso entreabriu-as mais e começou beijá-la os joelhos, enquanto se mantinha acariciando as panturrilhas dela... Deste modo, foi percorrendo brandamente os lábios e as mãos sempre acima. Ela pôde notá-lo apaixonado, quase entregue a uma ode às suas pernas. O ritmo aumentava. Ele não se contentava apenas em beijá-las, discorria a língua, enquanto apertava com força a parte externa, para então iniciar pequenas sucções e mordiscas.
Nas primeiras vezes que ele o fez, ela soltou um gemido incontido e riu pedindo que ele parasse, mas ele tornou a cometê-lo de forma mais suave, ignorando-a. Reparando que ela relaxava sobre o sofá e oferecia-lhe mais, ele aproximou o rosto à buceta e deu-lhe um beijo na virilha e outro sobre a calcinha. Ela se tremelicou, afagou o cabelo dele e ele prolongou o ato roçando a mão por cima do tecido.
Ao interromper, admirou a pele clara dela sobre o efeito de seus chupões e mordidas, marcada e vermelha. Jocoso disse a ela, enquanto acariciava-a “desculpa, mas elas são tão gostosas e você passou a tarde inteira me instigando”. Em falsa desaprovação ela respondeu com um manhoso “poxa, vou ficar toda roxa, sabia?”. E ele replicou “uhum, mas agora vou ser bonzinho, prometo”.
Sobre o tecido do short ela sondava o volume, enquanto ele se tocava antes de colocá-lo para fora. Antes retirou a camisa e aos poucos revelou a cabeça do pau sobre o short e a cueca. E ela já umedecia os lábios cobiçando-o. Mas ao se desfazer do resto das vestes e mostrá-lo por inteiro a ela, ela quis apalpá-lo e ele negou. Ajoelhou-se, preencheu a própria mão com o pau e se estimulando passou a roçá-lo nas coxas dela... Sentir a cabeçorra molhada e o pau endurecendo explorando seu corpo, ou melhor, suas pernas dessa maneira também a excitava.
Ele puxou a calcinha dela arremessando-a no chão e vislumbrou a buceta rosada e úmida. Contudo, colocou-a de quatro e ela logo se apoiou no encosto do sofá, empinando o quadril. E mais uma vez, ele surpreendeu-a. Não a penetrou. Fechou as pernas dela e, enquanto, segurava o pau com uma mão e o resvalava desenhando o contorno da bunda dela, enquanto com a outra a apertava suas ancas. Ele prosseguiu encaixando o pau no vão entre as pernas dela e as pressionou, comendo-as por algumas estocadas. Até levá-lo à buceta e comê-la ali, de quatro como ele gostava. Ela se contorceu ao senti-lo entrando, mas prontamente elevou o quadril e recebeu-o rebolando, inclinando o tronco para frente e jogando a cabeça para trás cada vez que o sentia todo dentro de si.
Ora ele a comia brutamente cravando as mãos em sua bunda a fazendo gemer alto, ora o tirava e o esfregava em seu rego, mas a ouvia pedir “me come, vai, mete esse pau em mim”. Naquela posição, ele só conseguia proferir “sua cadela, você gosta dele né?”. Ela estava prestes a gozar quando ele a virou enfiou o pau e lhe tocou o grelo, fazendo-a gemer roucamente, prendendo-o em suas pernas, pedindo por mais e com um pouco mais se tremeu toda, se desvencilhando dele e se contorcendo pelo gozo.
Ele se punhetava olhando-a naquele estado e logo foi o próprio líquido quem a banhou. Mirando para as pernas dela, ele soltou um urro e a lambuzou.
Ah, só pra variar um pouquinho. ;)
Ual. HJUSDUHSDUSDA
ResponderExcluirMomento água na boca. A Jaci não lê esse blog, não, né? Ela não pode ver isso, não. Vai dar problema.
ResponderExcluirBeijoZzz
Caramba, que texto quente, hein! Muito show a parte que ele ficou admirando a pele clara dela sob os efeitos das mordidas hahaha.
ResponderExcluirBeeijos.
Adoro contos eróticos, você escreve com maestria. Sem pudor, sem medo. Gostei daqui. E voltarei.
ResponderExcluirMas Babi, tu me fizeste lembrar de algumas coisas tão legais! ^^'
ResponderExcluirAdorei muito o texto, ficou muito real, sem muito lero-lero, direto ao ponto, Perfeito!
Beijo!
A babi cresceu. Reaparecendo por aqui numa hora fantástica, que texto sensacional, maravilhoso, bem narrado, excitante, maduro, no ponto!
ResponderExcluirRealmente perfeito para a noite fria de juiz de fora.
Saudades desse (en)canto.
Beijos
Eu já li alguns textos seus e eles são todos muito bons. Você tem uma sensibilidade muito grande ao retratar esse momento tão intenso e abrangente que envolve o sexo. Você consegue fazer algo muito difícil, que é especificar cada uma das milhares de sensações desse momento e eu quase posso sentir a intensidade. (Ui!) rs. Continue escrevendo, eu sempre espero o próximo texto. Beijão.
ResponderExcluirSou chata com a linha entre erotismo e vulgaridade. Mas não arriscaria dizer que teu texto ficou vulgar, embora não goste de alguns termos que você usou. Acho agressivo, e não to acostumada a te ler assim. Mas, como to fazendo um trabalho de me livrar dos meus tabus, vou tirar minha máscara e ser sincera: ficou muito bom. Muito humano. Parabéns. :)
ResponderExcluirFora alguns termos meio vulgares, não posso negar que amei o texto, não sou contra erotismo, quem nunca leu algo assim e gostou? É só o o limite entre vulgaridade e sensualidade que pode ser estranho pra mim, ao ler...Mas tua escrita é muito realista, detalhista nos pontos certos ;}
ResponderExcluirBeijos!
Meu outro lado
ê lele! Bom, já disse o que eu acho desses seus textos né? :) Show, Babi!
ResponderExcluirAh Bárbaraaaaaaaaaaaaaa vai a merda com o seu talento garota. rsrs
ResponderExcluirComo você consegue hein? Sério, admiro e não entendo como é que se cria tudo isso.