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Aimée se dirigiu rapidamente à sala de aula após o evento ocorrido nas quadras do colégio e quando adentrou o ambiente que se encontrava em plena desordem fez-se silêncio. Ela que era tão envergonhada enrubesceu, pediu licença para o professor de matemática e sentou-se numa das cadeiras vagas no canto direito próximo a porta. Enquanto todos a observavam acomodar-se atrás estavam sentadas em dupla Rebecca e Zohar. Ela sabia que não era um bom lugar, pois ambas tinham fama de fofoqueiras e o que ela menos precisava naquele momento era virar o assunto principal delas e do colégio. E lhe pareceu que em todas as quatro aulas antecedentes ao intervalo as duas ficaram sentadas ao lado, atrás ou a frente dela. Agora só faltava Aimée ficar com mania de perseguição, mas não era engano seu. Elas jamais se aproximaram mais do que um metro e meio e aquela situação estava ficando detestável. Porém durante o intervalo Aimée refugiou-se nos fundos da biblioteca, bem perto do almoxarifado reorganizando seus papéis e sua mente até soar o sinal da saída. Não havia ânimo para a aula dupla de redação, então esperou que o tempo se arrastasse até que pudesse sair do colégio sem ser notada.
Quando pôde colocar os pés para fora do ambiente escolar sentiu-se aliviada. Atravessou a avenida movimentada e sozinha percorreu o caminho de volta a casa. Ela estava matutando alguns planos maquiavélicos, mas ela, sinceramente, não era boa naquilo. Parecia até impossível arquitetar uma vingança e pô-la em ação. Entretanto, vingança não passava pela sua cabeça e naquela situação ela não conseguia ver outra saída até lembrar-se da agenda de Olga. Sim, a agenda-diário dela! Talvez, fosse um caminho perigoso a seguir, contudo ela sempre escrevia nele e sabe-se lá o porquê seria muito útil, ainda mais se Olga desvendasse alguns de seus segredos infames e evidenciasse seus defeitos. Como as duas eram diferentes até nisso - Aimée desenhava para afagar as dores e alegrias e Olga as escrevia.
Ao chegar, Olga já estava sentada à mesa junto com a mãe. Ambas a olharam e reagiram diferentemente – Léa com um sorriso estonteante de mãe e Olga com o desprezo típico estampado apenas no olhar. E antes mesmo de juntar-se as duas, Aimée foi até o quarto deixar sua mochila e após trocar-se retornou à copa. Ela tinha tudo em mente, se Olga saísse naquela tarde, ela iria entrar no quarto da irmã e procurar o bendito, ou maldito, não sabia bem, diário. E assim o fez...
Olga conseguia sempre persuadir a mãe e essa sempre recaía aos pedidos da filha mais velha. Olga realmente enfeitiçava as pessoas; não possuía medo de destruir o casamento dos pais e isso nem se ela fosse o motivo pelas constantes brigas entre os dois. Aimée revirou o quarto de Olga e tentou deixar tudo no devido lugar, porque sabia que a qualquer deslize poderia ser acusada, ou não, já que a empregada levava a culpa quase toda quando alguma coisa sumia. Era de praxe a própria Olga pegar algo da mãe e colocar a culpa em uma das coitadas. E, agora, Aimée aprenderia a utilizar da mesma tática da irmã.
Para a sua felicidade Olga era mais tonta do que ela pensava. O diário fora encontrado embaixo do colchão num fundo falso, onde o próprio Emanuel mandou fazer para que cada um pudesse guardar suas coisas de valor estimado e trancado com um cadeado. Porém Olga uma vez perdera a chave e quebrou o cadeado e nunca pedira outro ao pai. Então a tal caixa (o fundo falso) ficou sem proteção e ela apenas guardava seu diário ali. E se ela não escrevesse nele todos os dias nem sentiria falta. Aimée não queria ficar com ele para todo o sempre a chantageando, seria apenas um pequeno susto para que ela não voltasse a fazer o que fazia.
Quando pôde colocar os pés para fora do ambiente escolar sentiu-se aliviada. Atravessou a avenida movimentada e sozinha percorreu o caminho de volta a casa. Ela estava matutando alguns planos maquiavélicos, mas ela, sinceramente, não era boa naquilo. Parecia até impossível arquitetar uma vingança e pô-la em ação. Entretanto, vingança não passava pela sua cabeça e naquela situação ela não conseguia ver outra saída até lembrar-se da agenda de Olga. Sim, a agenda-diário dela! Talvez, fosse um caminho perigoso a seguir, contudo ela sempre escrevia nele e sabe-se lá o porquê seria muito útil, ainda mais se Olga desvendasse alguns de seus segredos infames e evidenciasse seus defeitos. Como as duas eram diferentes até nisso - Aimée desenhava para afagar as dores e alegrias e Olga as escrevia.
Ao chegar, Olga já estava sentada à mesa junto com a mãe. Ambas a olharam e reagiram diferentemente – Léa com um sorriso estonteante de mãe e Olga com o desprezo típico estampado apenas no olhar. E antes mesmo de juntar-se as duas, Aimée foi até o quarto deixar sua mochila e após trocar-se retornou à copa. Ela tinha tudo em mente, se Olga saísse naquela tarde, ela iria entrar no quarto da irmã e procurar o bendito, ou maldito, não sabia bem, diário. E assim o fez...
Olga conseguia sempre persuadir a mãe e essa sempre recaía aos pedidos da filha mais velha. Olga realmente enfeitiçava as pessoas; não possuía medo de destruir o casamento dos pais e isso nem se ela fosse o motivo pelas constantes brigas entre os dois. Aimée revirou o quarto de Olga e tentou deixar tudo no devido lugar, porque sabia que a qualquer deslize poderia ser acusada, ou não, já que a empregada levava a culpa quase toda quando alguma coisa sumia. Era de praxe a própria Olga pegar algo da mãe e colocar a culpa em uma das coitadas. E, agora, Aimée aprenderia a utilizar da mesma tática da irmã.
Para a sua felicidade Olga era mais tonta do que ela pensava. O diário fora encontrado embaixo do colchão num fundo falso, onde o próprio Emanuel mandou fazer para que cada um pudesse guardar suas coisas de valor estimado e trancado com um cadeado. Porém Olga uma vez perdera a chave e quebrou o cadeado e nunca pedira outro ao pai. Então a tal caixa (o fundo falso) ficou sem proteção e ela apenas guardava seu diário ali. E se ela não escrevesse nele todos os dias nem sentiria falta. Aimée não queria ficar com ele para todo o sempre a chantageando, seria apenas um pequeno susto para que ela não voltasse a fazer o que fazia.
Vou tentar publicar um capítulo por semana, ou não. Algo a criticar, reclamar ou elogiar deixe como comentário, ok?! Acabei caindo no clichê do "diário", mas... Como cada um é único esperem no que vai dar. Só para atualizar aqui: fiquei em 2º lugar no BK e em 3º no O.U.A.T. mega feliz! (:
Beijo pra quem é de beijo.
Oi Ba-bi
ResponderExcluirGostei do 8° capítulo e estou aqui toda curiosa, quase roendo as unhas com vontade de saber mais.
Como sempre, está muito bem escrido, jogo de palavras muito bem escolhido e cenário muito bem montado.
Tua qualidade não me deixa cansar dos teus escritos.
Beijos.
Babi!
ResponderExcluirQue texto é esse?! Sensacional! A riqueza dos detalhes e modo como conduz as letras, é incrível!
E agora o que será que vai acontecer no outro capítulo?! Ah, se eu tivesse mania de roer as unhas. haha!
Parabéns pelo 2° e 3° lugar!
Beijos!
Acho o clichê do diário sempre tão legal! :P
ResponderExcluirMesmo que a Olga tenha sido meio burra mesmo, deixando ele tão desprotegido assim. O conto tá muito bom! :D
:*
Às vezes um pouco de clichê é bom. Isso na minha opinião, rs
ResponderExcluirO que será que Aimée irá fazer com o diário, ein?
Super curiosa!
Beijos.
Oie Babi,td bem? qnt tempo não vinha aki,desculpa,mas é q a correria mal tah deixando eu postar.
ResponderExcluirÓTImo final de semana
@vanimonique
:*
Nenhuma crítica a te fazer, só elogios. Tu sabe conduzir muito bem uma trama. ;)
ResponderExcluirBeijo, Babizinha.
*esperando o próximo capítulo*
Tu és surpreende
ResponderExcluirÓtima a continuação, ou diário. Sim, parabéns pelo BK e pelo OUAT. Vc é merecedora!
A música do blog? Eu gosto muito tbm.
Saudades daqui. O bom é que não perdi muita coisa por aqui tbm.
UHEUHEUHEUHEUHEUEHUE'
Bjo grande.
Lay out novo!
ResponderExcluirFicou bonito Baby.
Já vi muita gente se ferrar por causa de diário e blog.
Diários e mordomos são sempre os culpados.
: )
Babi...
ResponderExcluirQue saudade de ler teus escritos...
Hehehe...
Precisei passar um tempo longe da blogosfera...
Mas confesso que senti falta das tuas estórias...
Confesso que estou curiosa...
O que esse diário guarda???
Adorei!!!
Bjs