Olhos;

O vento soprou teus últimos sussurros:

- Quando você pisca e cerra os olhos por alguns segundos, no céu, uma estrela rouba minha atenção porque não os posso ver brilhar.

Sorri timidamente e beijei tua boca sabor de hortelã. Abracei-te e desejei-te por toda a minha vida ali, em meus braços onde era o teu lugar. Mas não imaginava que era em meus braços que tu irias suspirar pela última vez.

Um tiro acertou teu coração, levando tua alma, mas deixou-o comigo para sempre guardar e cuidar.

“Porque nos seus olhos eu gostaria de ficar.”
Katy Perry - Thinking of You
(tradução)

'Hoje é o dia mais feliz da minha vida!'

Nas primeiras horas da aurora do dia, encontrei-me deitada na cama e um feixe de luz penetrava sob minha janela iluminando a manhã. Ignorei a dor no peito provocada pela solidão que invadia meu quarto e minha mente. Fazia dias que não encontrava aquela paz. Podia ouvir o canto dos pássaros; e a cidade acordar. Permiti-me ficar por mais alguns minutos na cama e vislumbrar o que silêncio provocara em meu corpo. Vibrações positivas.

Levantei-me sem queixas e fiz tudo o que tinha que fazer. Arrumei-me calmamente, porque o mundo lá fora poderia esperar por mim. Compreendi por milésimos de segundo que aquilo era viver intensamente. Reparar os detalhes e as cores da vida. E lembrei-me de sentir a ausência que tu fazias em minha manhã.

Ao longo do dia expirava o ar como quem sente os pulmões serem espremidos, por tamanha exaustão que sentia. Se não fosse pela esperança que mantinha em mente ansiando tua volta, juro, teria te obrigado a sair do meu escritório, quando me apareceu com aquele ramalhete de margaridas.
Nem esperei que tu falasses.

- 'Hoje é o dia mais feliz da minha vida!' – não hesitei em dizer. Era claro o teu gesto. O amor dos meus últimos meses voltara para meus braços. Pedindo perdão e beijando-me ardentemente, esquecendo do local onde estávamos e as bobagens ditas em nossa última briga.


1° texto para Once Upon a Time
O circulo formado no centro da sala assustava-me; fora formado com uma espécie de sal grosso, ao norte uma cruz e ao sul um pentagrama estavam desenhados. A minha presença causara burburinhos e espanto, mencionavam que se eu fosse mesmo a Espírito Amarelo, a liberdade e a sabedoria dos espíritos, libertaria meu prometido de qualquer mal.
Tudo estava preparado para o combate. Enquanto refugiava-me na biblioteca onde Clara, a meio gata-humana-e-espírito, passava algumas dicas de como poderia usar meus poderes. Por que na verdade eu não sabia ainda usá-los e, quiçá, ainda sonhava em voltar a ser a mera mortal. As dicas poderiam me ajudar caso Bernardo, o prometido, se ferisse. Pois descobrira comigo, na noite anterior quando estava em meu apartamento, que além de libertadora e sábia, também tinha o poder da cura.
Clara insistia para eu tentar só levantar uma simples cadeira. Ela conseguia levantá-la e quebrar apenas um pé da cadeira. Não subestimava meus poderes. Não me contive... E se acontecesse mesmo algo para Bernardo e não tivesse ninguém para socorrê-lo, eu teria que ajudá-lo. Mesmo não querendo acreditar naquela história de anjos e demônios, amor eterno e solidão, céu e trevas.
O aviso chegou aos vultos e histeria. O temível Mrak* se aproximava para o combate...

*Em croata significa trevas.

✔NOTA:Conto que surgiu de um sonho tenebroso onde eu não era mocinha, mas que está rendendo boas ideias.

No meu livro: Branca de Neve - depois do "felizes para sempre".

- O que nenhuma livro mostra.

Não houve felizes para sempre para Branca de Neve e seu Príncipe Encantado.
Após uma semana de lua de mel cheia de amor e dedicação, o casal retornou ao castelo e deparou-se com novos obstáculos. Estariam agora convivendo juntos e suas diferenças evidenciadas perante um ao outro.
Não demorou muito para Branca de Neve perceber que seu Príncipe era um machista mau caráter e que, em tempos remotos, sua Madrasta Má não chegava a ser tão má como ele, a qual lhe ordenava fazer sua comida, deixar o castelo impecável e manter sempre suas roupas bem passadas.
Pensara que já havia trabalhado o bastante para os sete anões e que fora boa demais para com eles. Mas não imaginava que para todo aquele castelo, ela é quem deveria cuidar de tudo.
Estava prestes a ter um colapso nervoso quando em algumas semanas passou a ter enjoos e sentir tonturas. Por muitas vezes, chorara calada, sofrendo por ter sido enganada pelos narradores. O Príncipe por frações de segundos até sentia dó da pobre mulher, e vendo que a situação era séria chamou o médico da pequena cidade; o diagnóstico foi certeiro, Branca de Neve estava doente e foi lhe passando todas as restrições:
- Sr. Encantado não deixe sua mulher pegar no pesado. Ela deve repousar e tomar alguns remédios por uma semana, se ela não melhorar, voltarei!
Como o médico havia falado, Príncipe não teve outra opção. Se não ela a fazer as tarefas domésticas, quem poderia fazer?! “Não, não... Isso não pode acontecer, meu amorzinho, você tem que melhorar imediatamente” - dizia sentindo remorsos só de imaginar-se tendo que fazer tudo o que Branca de Neve fazia para ele.
“E minhas roupas, quem irá lavar passar e guardá-las?” retrucava enquanto andava de um lado para o outro dentro do quarto. Nem sequer percebendo o quanto Branca de Neve estava feliz por toda aquela situação.
Naquele mesmo dia o Príncipe teve que preparar uma sopa para Branca de Neve, que lhe ajudava a distância, entre falas pausadas e cansadas, fingimento puro. Porém, aos trancos e barrancos, o Príncipe fez a sopa que até ficou boazinha se não fosse... O excesso de sal e água teria ficado ótima.
No dia seguinte, outra luta. Acordar cedo para preparar o café da manhã, limpar todos os cômodos do castelo, fazer o almoço, lavar a louça, regar o jardim e lavar o quintal, levar a correspondência para o correio, pagar as contas no Banco Realeza*... Fazendo todas as atividades que ele ordenava a sua esposa.
Ao final do dia, não se agüentava em pé. Suas mãos doíam, seus pés estavam inchados, sentia que em suas costas algum caminhão havia passado por cima.
- Você faz tudo isso, mesmo? , indagou o Príncipe a Branca de Neve que estava deitada assistindo televisão calmamente com seu suco geladinho, cujo ele quem preparou.

- Faço, o que?, fazendo-se de tola.

- Ah... Você sabe... Cuidar das coisas de casa.
- Ah... Aham. Faço, sim! Por quê?, disse ela, com um olho na televisão e outro no marido que parecia um mal trapinho jogado na cama.
- Me sinto, uh-ó! Não sei como você agüenta...
- E quem disse que eu agüento?!
O Príncipe a encarou espantado. Aquilo era uma afronta e ele nem havia percebido.
- Você realmente está doente?
- Se eu não estiver o que eu ganho com isso?! Er... Nada não é verdade?! Você só pensa em si mesmo, seu egoísta, filhinho-de-papai-de-merda!
- Mas... , tentava falar sem êxito.
- Eu estou bem, consegue ver?, berrava sem pudores para o marido ver e gargalhava como sua Madrasta Má.
Príncipe estava desesperado, não entendia o porquê de todo aquele vexame que estava sendo submetido.
- Deveria ficar aqui... Deitadinha, durante uma semana. Mas não me agüento. Foi hilário te ver limpando cada cantinho, fazendo tudo o que você me obrigar a fazer.
Ele se retirou do quarto e deixou Branca de Neve falando sozinha. Estava com sua dignidade no chão. Sendo pisoteada pela mulher que dizia amar. Parou para refletir e viu que fazia mal em tratar a sua esposa daquele jeito. Era egoísta, sim. E teria que mudar se não quisesse passar por aquilo novamente.
Pois o casamento só seria construído sob bases sólidas quando ambos cedessem e cumprissem seus deveres como marido e mulher, tanto em casa como na sociedade.
Por essa e outras superaram juntos, não sendo felizes para sempre, mas, sim, tentando construir uma família feliz com seus erros e acertos.


Participando pela 1ª vez do Blorkutando - 45ª Semana.
[UPDATE - 02/08] P.S: Fiquei em 1° Lugar!

Meme!

Encontrei esse meme em algum blog e o furtei, haha, mas a autora deixou livre para quem quisesse. Por isso, faço o mesmo.

Quem quiser colocar em seu blog esteja a vontade! ;D
Um objeto: livro.
Um vício: escrever.
Um chá: erva cidreira.
Um prazer: viver.
Um móvel: cama.
Uma ação: dormir.
Um número: dezesseis.
Uma flor: margarida.
Uma cor: vermelha.
Um planeta: Vênus.
Uma fruta: morango.
Um símbolo: a borboleta.
Um mês: julho.
Um aroma: cheirinho do novo.
Uma bebida: suco de acerola.
Um elemento: água.
Um verbo: doar.
Um sentido: olfato.
Uma estação: inverno.
Um legume: cenoura.
Um animal: cachorro.
Um esporte: dança.
Um sorvete: Romeu e julieta.
Um hobbie: ouvir música.
Um tempero: canela.
Uma marca: cicatriz.
Uma palavra: paz.
Um sentimento: amor.
Uma árvore: laranjeira.
Uma hora do dia: 18h00.
Uma matéria: português.
Uma direção: em frente.
Uma sensação: medo.
Uma religião: Deus.
Uma parte do corpo: seios.
Uma pedra: rubi.
Um perfume: Ilimitada.
Uma roupa: saia.
Um estilo musical: rock.
Um dia da semana: quarta-feira.
Um instrumento musical: piano.
Um lugar: Salto do Itiquira, Formosa-Go.
Um livro: a Bíblia.
Um prato: Taco (comida mexicana).
Uma música: Another chance – Max Black soul
Um clima: brisa ao fim do dia.
Uma viagem: Fernando de Noronha – PE
Um calçado: rasteirinha [feminina] /sapatilha [menininha] /salto [para arrasar]
Uma pessoa: eu!

Evolução em mim.

A procura de alguém para alentar-me, minha carência foi entregue a perversão da internet. E na busca de sentimentos, envolvi-me profundamente com seres que jamais vi, mas que um dia pretendi ver; descobrindo a extensão do desconhecido e percebendo em mim, a existência de um ser a qual possuía desejos.

Estava prestes a ser santificada. Mesmo sendo boa filha foi o ano de discórdias, angústias, grandes feridas, etc. Em meio a tanta dor deixei-me guiar pelos instintos que passava a conhecer. A perversão. Deveras, impróprio, diria eu. Passei a questionar-me sobre o certo ou, o dito, errado. E sim, desafiei-me a administrar meus próprios passos e a arriscar-me. Necessitava disso, lembro-me bem. Nada mesmo fazia sentido; ninguém parecia ver-me mesmo. Enganei-me. Tive por diversas vezes a privacidade invadida – a ‘base’ tremia –, mas percebi que gostava disso. Foram situações embaraçosas e duvidosas de contos (não de fadas, de vida real mesmo...).

Conheço-me mais que outro ser e não me desprezo por tais atitudes. Insisti no que os outros julgam ser o erro, o pecado, o sujo para conhecer as facetas da vida. Não cheguei “ao ato”, mas menti para impressionar; foi “tudo junto e misturado” (curiosidades, ideias involuntárias, plantadas, regadas a bom senso e discernimento e colhidas até esse momento).

Brinquei com sentimentos, perfurei corações e judiei-me também. Era pra ser ‘brincadeira’, juro. Poderia dizer “só sou mais uma humana a errar”, mas admito meu erro foi proposital, só não imaginava quebrar a cara junto e apegar-me tanto com tais pessoas que conheci – de tão longe, por sinal, pra alguém tão pequena. Fui eu mesma em personagem – e – verdade.

E por essa e outras... Chorei. Senti-me fraca e desamparada.

Vários textos aqui são frutos dessa época. “Meu passado me persegue!” (risos) Não mantenho contato com mais ninguém, em compensação. (Ah, unzinho ou outro, os que realmente agora sabem da verdade ou imagino que decifraram tudo.)
Texto esquecido que resolvi dividi-lo com vocês.

Tô sem ideias para fazer o banner e o meu CS não está ajudando, preciso de ajuda! Quero dar uma repaginada aqui...
Me ayuden, por favor!

Primeiro selinho... E redistribuindo!

Regras:

1. Deve exibir o selo em seu blog:



2. Quem me indicou foi a Nadine do Loucura Censurada;

3. Listar 5 desejos de consumo que te deixariam mais glamurosa:
~> Ir morar sozinha aos 18 anos;
~> Uma câmera fotográfica profissional;
~> Cirurgia 'das córnea';
~> Viagem com o pacote completo (França, Itália e Espanha);
~> Me formar em Comunicação Social, rumo ao sucesso!

4. Indicar 5 amigas glamurosas e avisá-las que foram escolhidas:
~> 'Babÿ do Irônica e Descolada;
~> Bia do Story of Princess;
~> Débora do Sólo una niña con las ideas y los sueños;
~> Pi do Vivo pensando que...;
~> Julia do Jc-Juice.

Obrigada, pelo selo! ;*
Que seja o primeiro de muitos...

Liberdade...

... não a tenho ou por breves momentos a sinto; digo isso e meus pensamentos turvos transformam-se em calmaria, pois soa como a brisa, dá movimento a tudo e junto a ela, a vida. Difícil sem ela, pior com ela; não é tão simples domá-la nas mãos, quem dira, aos pés: guiam-me e levam-me além, pois torna tudo possível; a sabedoria sua grande aliada, talvez, não seja usada. "Pobre mortal!"
A liberdade me dá medo. E quando meu presente mostrar que no meu passado, deveras, ela veio, a desejarei em meu futuro. Temendo-a e confortando-me, mais uma vez, se em minha vida estiver presente.
Atenção;
Magia;
Indispensável;
Gratidão;
Orgulho...
Isso e muito mais se estivermos junto a ele, amigo!
20 de julho - Dia internacional do Amigo: "A família que podemos escolher."

Auto-indulgência;

Auto: significa sobre si mesmo, de ou por si próprio.
Indulgência: facilidade em perdoar.

(Dicionário Aurélio)

"Eu sou auto-indulgente, sim." Fernanda Young, em entrevista a revista Veja, de outubro de 2008.

A algumas horas atrás completei de 17 anos (poxa, como o tempo passa!). E como um dia de férias quase normal, he pensado mucho sobre la vida...

Com seus erros e acertos, damo-nos o direito de sentir os prazeres da vida e de "forma cristã", perdoar-nos. Auto-piedade. Perdoar-se. ('Que Deus que nada... Nunca sei quando Ele aceita meu pedido de perdão', diz você)

Ah, nascemos de um erro. Talvez, você não escute e nem os outros digam, mas você foi um erro. Fudeu, negada! (risos) Mas, você nasceu não foi?! Então, pronto. Descubra lá... Quantas gerações são de auto-indulgência?

Seus pais tiveram auto-indulgência (pois não imaginavam esse serzinho todo "errado e perfeitinho", mas se perdoaram por errar e o (a) teve); seus avós reclamam que não educaram bem seus filhos (seus pais) e cujo todos os erros são vossas culpas, mas se perdoam, porque no fundo sabem que são ótimas pessoas...

Eu sou AUTO-INDULGENTE! E daí, quem vai me impedir? Todos os dias é a mesma relutância de não querer errar. Mas nos damos ao luxo de cometê-los só para depois lembrar-nos que tudo passa. Pelo nosso próprio perdão!

Top 5 dos mais ‘sem-noção’ da internet



Se você é daquelas que não vive sem internet e que adora conhecer gente nova, sempre se deparou com um ‘sem-noção’ e preferiu nem adicioná-lo. Veja aqui os ‘sem-noção’ que vira e mexe navega e faz a qualquer um morrer de rir:

5) O Tiozão: “E aí broto, gosta de um coroa?”
Tipo assim, não cola, ‘vei’! É vexatório para homens que acham que sua “experiência de vida” quer dizer muito sobre sua personalidade. Pior ainda, é quando pergunta: “É novinha... É virgenzinha?” Vá se lasca!

Tiozão, é assim...

4)O falso estrangeiro: “Yo soi espanhol e tu?”
Cá entre nós, já se foi o dia em que brasileira se casa com estrangeiro cogitando viver num mar de rosas, ou melhor, de dinheiro.

Hoje, qualquer um saber discernir e ver que charlatões existem em qualquer lugar, até mesmo, em internet.

Uma dica: vai estudar, malandro!

3) O gentleman: “Poderia lhe pedir uma coisa?”
Desconfiômetro, ligado! Pergunta típica seguida, de: “Liga a webcam um pouquinho, por favor, eu ligo a minha se você quiser.”

Heeeeello! Você grita e quer sair correndo... Você é apresentada a um... A um... Bom... Bom, nada! Te apresentaram a um pau , pênis, pica, mastro, seja lá como quer ser chamado.

Isso deixa qualquer uma com raiva. É dá-lhe bloqueia e exclui, simples!

Dica: Primeira vez que estão se falando, não caia nesse papo (generalizando aqui)!

2) O carente: “Eu tô tão solitário...”
Querida, esse é problemático.

Além de ser carente, ele é extremamente sentimental e fala mal de todas as exs. Diz que está louco para te conhecer e que você é mulher perfeita para ele.

Dica: Se afasta. No começo é até fofo, depois, é sem-noção!



E a coroa de pérolas vai para...


1)O analfabeto: “Mim add aí linda!”
Tem coisa pior do que assassinar o coitado do português. Não... Não é aquele da padaria. É aquele que nós falamos todos os dias, velho e bom amigo!

Tudo é suportável perto desse. Feio, tiozão, falso estrangeiro, gentleman, carentes... Mas burro, aí é demais.

O pior é quando na inocência, você pensa que a criatura só escreve errado, dá seu número de telefone e quer ouvir o coitado. E você confere além de burro, é ignorante.

Dica: Dispensa. Mas toma cuidado para não ouvir ou ler um “Mas a gente podemos ser amigos...”





Post escrito em homenagem a Boxexinha. ;D
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