São raros os momentos que somos nós mesmos. Fechamo-nos como portas de aço e escondemo-nos por detrás de carapuças horrendas. Vestimo-nos como querem, não como queríamos. Dizemos aquilo que querem ouvir e, não, o que realmente queríamos falar. Contentamo-nos em ser platéia enquanto poderíamos ser o espetáculo. Demasiado amor próprio? Achas isso? Então, continuas aí. Sentado. Devaneando em, um dia, estar no palco da vida. Sejas mais do que sonho. Queiras mais do que podes. Consegues? Não! Sabes que nossas mentes nos limitam. Por isso, "sólo intentes". Vivas o teu mundo particular por alguns instantes. E aos poucos verás que podemos ser quem realmente somos.
às
12:20

Era pra ter sido 'a' grande diversão do mês que antecede as férias, porém não foi.
Só eu que percebo ou as festas juninas perderam a sua essência?
Resumo: Ontem, fui à festa junina do meu colégio. Fomos eu e uma amiga e lá encontramos algumas amigas dela. Depois de ver a quadrilha do 3° ano (mara!) resolvemos entrar na tal 'boate'. Entramos ao som do funk. E o nosso lema era: "tô na pista pra negócio".
O problema: Eu não estava muito animada (confesso), minha cabeça tava em outro lugar. Mas estava me divertindo. Gente bonita? Er... nem tanto. Só a FUBAZADA! Todas estavam dançando sensualmente. Só que começaram a apelar... Dançando vulgarmente. A média foi de dois pra cada. E pela primeira vez fiquei contente por ninguém ter chegado em mim. Se elas pegaram pra dizer "peguei!", felicito-as, pegaram. Podia ter sido coisa melhor, mas preferiram as coisas horríveis.
A questão: As mulheres estão perdendo a noção de ser sensual com o tornar-se sexual? Conseguem estipular uma linha tênue entre provocação e mostrar o 'ato' explicitamente?
P.S.: Resposta no próximo post.
"Amigo do sonho, da rua do berço
Amigo da festa, do jogo, do avesso.
Amigo da mãe, do ar, da estrada,
Amigo do amigo da amiga amada."
Túlio Dek - Amigo de Verdade
Amigo da festa, do jogo, do avesso.
Amigo da mãe, do ar, da estrada,
Amigo do amigo da amiga amada."
Túlio Dek - Amigo de Verdade
Não tem jeito... Vem junto com aquela pessoa fantasiada de invisível cujo dias vão passando e ela começa a roubar teu sorriso, por um período curto, mas que demonstra uma simpatia tão clara; apodera-se do teu olhar, sem que percebas, tornam-se tão constantes que o buscas sem se quer saber o porquê; e quando lhe dirige a palavra, responde-te com similar de lábios, exigindo-te a sentar, se aproximar, para decifrar o quão doce e suave pode ser aquela voz desconhecida.
Sabes como fazer: aproxima-te. Torna-te amigo. E sem querer, não entendes o que sentes. Mesmo que lhe digam, “admita já são carne e unha!”, não te passas pela cabeça onde foi que tudo começou. Foi simples atração. Sem vaidade ou luxúria, vocês são somente união.
Detalhes singelos de uma amizade construída numa base rija.
As pessoas se entregam na promessa eterna da palavra, “amigo”. Os efusivos a demonstram, os tímidos as têm como um coração de cristal. Porém, todos concordam que nenhuma amizade pode ser igual.
{ Marcadores: amizade, cotidiano, música, reflexão, relacionamentos }
Queimar-se para possuir carinho, não sentimento. Assim, fiz essa semana. Arrisquei-me e falei o que quatro anos de espera provocaram. A erupção. O momento para correr e viver. Sonhos adormecem. Sentimentos enfraquecem. Lembranças do que já viveu permanecem. Entre sonhos e sentimentos escolhi a lembrança... Do que quero viver. Mesmo que seja por uma única vez.
A seguir, segue o e-mail que enviei a ele:
“Não entendo essa sua mania de falar “um dia” que promessa mais obstante e não sei como aceitei... Preciso de você ‘hoje’! A penúltima conversa a qual tivemos você disse que não prosseguiu com ‘a moça’ por não querer se apegar. E se tivesse estado junto a ela... Eu seria somente a ilusão? Sim, com certeza. Seu sentimento fortaleceria por ela e não, por mim. E por isso, não quero mais esperar. Deixe-me tê-lo por uma vez. Sem promessas. Sem compromisso. Apenas para eu parar de sonhar, simplesmente, viver o que tanto desejei.
“Amanhã tudo muda de novo.” Sentimentos não permanecem para sempre em nós, e mesmo que permanecessem não teriam a mesma intensidade a qual sinto hoje; deixe-me sentir seu acarinhar, deliciar-me de seu gosto, tornar meu o seu abraço, entregar-me de corpo inteiro. Talvez, seja à hora de cometer a loucura... Deixando de lado por alguns instantes o poder das palavras e dos devaneios desse longo tempo de espera. “
De forma despretensiosa eu não espero mais nada; não decifrarei nada. Não sou decodificadora e por isso, as pessoas precisam ser claras e objetivas com o que dizem a mim.
A seguir, segue o e-mail que enviei a ele:
“Não entendo essa sua mania de falar “um dia” que promessa mais obstante e não sei como aceitei... Preciso de você ‘hoje’! A penúltima conversa a qual tivemos você disse que não prosseguiu com ‘a moça’ por não querer se apegar. E se tivesse estado junto a ela... Eu seria somente a ilusão? Sim, com certeza. Seu sentimento fortaleceria por ela e não, por mim. E por isso, não quero mais esperar. Deixe-me tê-lo por uma vez. Sem promessas. Sem compromisso. Apenas para eu parar de sonhar, simplesmente, viver o que tanto desejei.
“Amanhã tudo muda de novo.” Sentimentos não permanecem para sempre em nós, e mesmo que permanecessem não teriam a mesma intensidade a qual sinto hoje; deixe-me sentir seu acarinhar, deliciar-me de seu gosto, tornar meu o seu abraço, entregar-me de corpo inteiro. Talvez, seja à hora de cometer a loucura... Deixando de lado por alguns instantes o poder das palavras e dos devaneios desse longo tempo de espera. “
De forma despretensiosa eu não espero mais nada; não decifrarei nada. Não sou decodificadora e por isso, as pessoas precisam ser claras e objetivas com o que dizem a mim.
Mais uma vez as estrelas entoavam para a lua se aproximar. Assista aquela moça ali. Sentada, toda acanhada. O vento beija seus cabelos, ao sopro dele, eles bailam. A solidão a abraça e lhe faz sorrir. Cerra os olhos e creio que começa a sonhar. Sente as dores que lhe ferem se esvaindo. Entrega-se as luzes. Arrepia-se em lembrar-se da tristeza que apodera de sua mente e de seu corpo fraco, cansado das mazelas que têm vivido. Cansou da perversão e do pecado. Da malícia e do sofrer. Perde-se nas entrelinhas chamado viver.
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